segunda-feira, 13 de abril de 2020

Texto "A criação" - Eduardo Galeano (9º ano B)


Eduardo Galeano, escritor uruguaio, é autor de um livro intitulado “Memórias do fogo – nascimentos”, em que nos narra a história da América Latina, na parte inicial do livro, Galeano apresenta-nos lendas e mitos dos indígenas que viviam nas Américas antes da chegada dos europeus.
O texto para a leitura apresenta-nos a criação, segundo os índios makiritare, que habitavam a região da atual Venezuela.





Texto "A criação"

A mulher e o homem sonhavam que Deus os estava sonhando.
Deus os sonhava enquanto cantava e agitava suas maracas, envolvido em fumaça de tabaco, e se sentia feliz e também estremecido pela dúvida e o mistério.
Os índios makiritare sabem que se Deus sonha com comida, frutifica e dá de comer. Se Deus sonha com a vida, nasce e dá de nascer.
A mulher e o homem sonhavam que no sonho de Deus aparecia um grande ovo brilhante. Dentro do ovo, eles cantavam e dançavam e faziam um grande alvoroço, porque estavam loucos de vontade de nascer. Sonhavam que no sonho de Deus a alegria era mais forte que a dúvida e o mistério; e Deus, sonhando, os criava, e cantando dizia:
-- Quebro este ovo e nasce a mulher e nasce o homem. E juntos viverão e morrerão. Mas nascerão novamente. Nascerão e tornarão a morrer e outra vez nascerão. E nunca deixarão de nascer, porque a morte é mentira.
(Eduardo Galeano)

1.  Pesquise o significado das palavras maraca e alvoroço.

2.  Aponte uma característica do comportamento do Deus dos índios makiritare que o identifica com seu povo.

3. O Deus dos índios makiritare não é um ser que sabe de tudo. Assim como nós, humanos, ele também tem algumas incertezas. Destaque uma passagem do texto em que isso fica evidente.

4. Qual a relação entre ovo e criação?

5. Em todos os seres femininos animais ou vegetais há um órgão dotado de fertilidade. Como se chama esse órgão?

6. Em "Estavam loucos de vontade de nascer", com qual significado é usada a palavra loucos?

7. A ideia de nascimento vem sempre acompanhada pela sensação da dúvida e do mistério. Que outra sensação vence a dúvida e o mistério?

8. Ao verbo morrer corresponde o substantivo morte. E ao verbo nascer?

9. Segundo o texto, na alternância do ato de nascer e de morrer, com qual verbo fica a vitória final?

10. Pela leitura do texto podemos concluir que os índios makiritare tinham uma visão pessimista ou otimista da vida?

11. Explique com suas palavras a afirmação final do texto: "... a morte é mentira".


Fonte: Adaptado do livro didático “Português palavras e ideias” de José de Nicola e Ulisses Infante, v. 6, Editora Scipione.

Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem as anotações da aula via whats até o dia 16/04/2020 (quinta-feira)

Trovadorismo - Atividade (1º EM "C" e "D")


ATIVIDADE – TROVADORISMO

Vamos verificar os conhecimentos sobre o Trovadorismo?!

A literatura portuguesa inicia-se através da arte dos trovadores. As suas cantigas, primeiramente destinadas ao canto, foram manuscritas em cadernos de apontamentos e, mais tarde, postas em coletâneas denominadas “Cancioneiros” (livros que reuniam grande número de canções).


Senhor feudal
Se Pedro Segundo
Vier aqui
Com história
Eu boto ele na cadeia.
(Oswald de Andrade)

1. O título do poema de Oswald remete o leitor à Idade Média. Nele, assim como nas cantigas de amor, a ideia de poder retoma o conceito de:

a) fé religiosa.
b) relação de vassalagem.
c) idealização do amor.
d) saudade de um ente distante.
e) igualdade entre as pessoas.

2. Assinale a afirmativa correta com relação ao Trovadorismo.

a) Um dos temas mais explorados por esse estilo de época é a exaltação do amor sensual entre nobres e mulheres camponesas.
b) Desenvolveu-se especialmente no século XV e refletiu a transição da cultura teocêntrica para a cultura antropocêntrica.
c) Devido ao grande prestígio que teve durante toda a Idade Média, foi recuperado pelos poetas da Renascença, época em que alcançou níveis estéticos insuperáveis.
d) Valorizou recursos formais que tiveram não apenas a função de produzir efeito musical, como também a função de facilitar a memorização, já que as composições eram transmitidas oralmente.

3. Em que período histórico surgiu e se desenvolveu o Trovadorismo?

a) Na Idade Média
b) No Classicismo
c) No Brasil Colônia
d) No Pré-Modernismo

4. Nascido em Lisboa em 1261, ele foi rei, poeta, trovador e ainda fundador da Universidade de Coimbra. Quem?

a) Dom Dinis
b) Dom João 5º
c) Luís de Camões
d) Afonso 10º

5. Quais são os cancioneiros que abrigam as cantigas medievais?
_____________________________________________________
_____________________________________________________
_____________________________________________________

6. As narrativas que envolvem as lutas dos cruzados envolvem sempre um herói muito engajado na luta pela cristandade, podendo ser a um só tempo frágil e forte, decidido e terno, furioso e cortes. No entanto, com relação a mulher amada, esse herói é sempre:

a) pouco dedicado
b) infiel
c) devotado
d) indelicado
e) ausente e belicoso

7. Interpretando historicamente a relação de vassalagem entre homem amante/mulher amada, ou mulher amante/homem amado, pode-se afirmar que:

a) o Trovadorismo corresponde ao Renascimento.
b) o Trovadorismo corresponde ao movimento humanista.
c) o Trovadorismo corresponde ao Feudalismo.
d) o Trovadorismo e o Medievalismo só poderiam ser provençais.
e) tanto o Trovadorismo como o Humanismo são expressões da decadência medieval.

8. Hagiografias são:

a. (   ) relatos históricos             b. (   ) biografias de reis
c. (   ) biografias de santos        d. (   ) biografias de trovadores

9. Nobiliários são:

a. (   ) a mesma coisa que livros de linhagem
b. (   ) biografias de reis
c. (   ) coletâneas de poemas escritos por nobres
d. (   ) as leis da Igreja Católica, que proibiam casamentos entre nobres com determinadas relações de parentesco.

10. As novelas de cavalaria encontradas em Portugal:
a. (   ) foram escritas em latim
b. (   ) são traduções de originais estrangeiros
c. (   ) são poemas líricos
d. (   ) são poemas que celebram feitos amorosos e guerreiros de cavaleiros andantes

11. Amadis de Gaula:

a. (   ) é uma novela de origem controvertida.
b. (   ) tem Lancelote como personagem principal.
c. (   ) é uma cantiga de amor
d. (   ) deu origem ao ciclo clássico na literatura portuguesa

12. Na Idade Média, a Historiografia era representada pelos(as):

a. (   ) hagiografias              b. (   ) nobiliários
c. (   ) cronicões                  d. (   ) pelas novelas de cavalaria



Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem as anotações da aula via whats até o dia 17/04/2020 (sexta-feira)

Correção da atividade da semana (7º ano B)


Respostas:

Texto - A Menina dos Fósforos

1. A menina que vendia fósforos.

2. a) Fazia um frio terrível, nevava e começava a escurecer.
b) Ela andava descalça, de cabeça descoberta. Os pezinhos nus, arroxeados de frio.
Trazia num velho avental certa porção de fósforos e segurava um pacotinho deles na mão.
c) Ela tinha longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos em torno da nuca.

1.     A menina parecia apavorada porque sentia fome e frio.

2.    Ela não queria voltar para casa com medo do pai bater nela por ela não ter vendido os fósforos.

3.    A casa era sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento sibilava, mesmo eles tendo tapado muitas delas com palha e trapos fazia muito frio na casa.

4.    Ao começar a riscar os fósforos a menina começa a delirar e imaginar que está em um ambiente aquecido e com comidas típicas de dias de festas. Ela se vê sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Também vê milhares de velas ardendo nos ramos verdes da árvore e, figuras coloridas, como as que adornam as vitrinas das lojas, por fim ela vê a avó.

5.    Quando raiou a manhã, muito fria, pessoas encontraram no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincar –lhe nos lábios. Ela estava morta, morrera de frio na última noite do ano velho.

6.    Essa história ocorre todos os dias pelo Brasil, principalmente nos grandes centros urbanos.

Correção da atividade da semana (3º EM "A", "B" e "C")


Texto: Jeca Tatu – Fragmento

Respostas

01 ·        Biboca: Casa humilde, com cobertura de palha.
·        Bosquímano: Indivíduo dos bosquímanos, povo sul-africano.
·        Espipar: Esticar, estender.
·        Peri (ou piri): Espécie de jungo do qual se fazem esteiras; piripiri.
·        Munheca: Mão.
·        Remoto: Antigo, distante.
·        Seteira: fresta.
·        Nesga: Pequeno espaço.
·        Gretar: Rasgar.
·        Gamela: Vasilha de madeira ou barro.

02 –      Aquelas personagens eram idealizadas, enquanto o Jeca, de Monteiro Lobato, é real.

03 –      A preguiça (relacionada ao conformismo).

04 –      Aos caboclos dos romances românticos.

05 –      Resposta pessoal.

Sugestão: Observar a intenção de Lobato de chamar a atenção de seus leitores para aspectos importantes da realidade brasileira.

Ampliando o texto


quarta-feira, 8 de abril de 2020

O sujeito (atividades) (9º ano B)


1.    a) Identifique o sujeito das quatro orações.


b)  Explique por que os verbos aparecem na terceira pessoa do plural.


Eles o ENCURRALARAM.
Estavam em MAIOR NÚMERO.
Fizeram dele um PRISIONEIRO.

Eles estão em MAUS LENÇÓIS...

CAPÍTULO TRÊS: A AURORA NEGRA



2.   Identifique o sujeito das seguintes orações, dê seu núcleo e sua classificação.

a)   “... a gente nem tinha nascido”

b)  “Eu era o seu pião”

c)   “Agora eu era o herói”

d)  “... você era a princesa...”

e)   “O que a vida vai fazer de mim”

f)   Eu e ela brincávamos de guerra.

g)   Chico Buarque e Sivuca são autores dessa música.

h)  O primeiro amor é inesquecível.

i)    O meu cavalo e a noiva do cowboy só falavam inglês.

j)   Os sonhos mais lindos sonhei.


3.   Classifique o sujeito em simples, composto ou simples elíptico/oculto.


a)   O cachorro-quente foi devorado em minutos.

b)  Dividiremos igualmente as responsabilidades.

c)   O álbum e as cartas estão num lugar bem seguro.

d)  O cachorro-quente e as batatas fritas estavam irresistíveis.

e)   Os víveres foram doados pelos supermercados à Campanha contra a fome.

f)   Uma multidão de trabalhadores aguardava a decisão do juiz.

g)   Julgaste mal teus inimigos.


Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem a resolução das questões via whats até o dia 14/04/2020 (terça-feira)

Produção de texto (7º ano B)




Pesquisa sobre a exploração do trabalho infantil no Brasil 

Faça uma pesquisa na Internet sobre a exploração do trabalho infantil. Selecione textos, frases, fotos, gráficos, análises de dados estatísticos e desenhos, entre outros e crie um post (cartaz). 


Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem a produção de texto via whats até o dia 14/04/2020 (terça-feira)

Filme: Jecão, um Fofoqueiro no Céu - Mazzaropi


Intertextualidade

Pré-Modernismo

O ator Mazzaropi atuou, de 1952 a 1980, em dezenas de filmes que tinham como personagens o homem do campo, entre eles Jeca Tatu, Tristeza do Jeca, O Jeca e a freira, etc.
Em todos eles, Mazzaropi retrata um tipo humilde, de bom caráter, crédulo e ingênuo, diferente daqueles que tentam se aproveitar da sua ingenuidade.

Assista, agora, a um dos filmes de Mazzaropi.



Pesquise na Internet sobre a obra cinematográfica de Mazzaropi e os tipos nela retratados.

Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem a pesquisa via whatsapp até o dia 16/04/2020.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Texto: Jeca Tatu (Pré-Modernismo) 3º EM "A", "B" e "C"


Texto: Jeca Tatu – Fragmento

         Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!
        Jeca mercador, Jeca lavrador, Jeca filósofo...
        Quando comparece às feiras, todo mundo logo adivinha o que ele traz: sempre coisas que a natureza derrama pelo mato e ao homem só custa o gesto de espichar a mão e colher (...) Nada mais.
        Seu grande cuidado é espremer todas as consequências da lei do menor esforço – e nisto vai longe.
        Começa na morada. Sua casa de sapé e lama faz sorrir aos bichos que moram em toca e gargalhar ao joão-de-barro. Pura biboca de bosquímano. Mobília, nenhuma. A cama é uma espipada esteira de peri posta sobre o chão batido.
        Às vezes se dá ao luxo de um banquinho de três pernas – para os hóspedes. Três pernas permitem equilíbrio; inútil, portando, meter a quarta, o que ainda o obrigaria a nivelar o chão. Para que assentos, se a natureza os dotou de sólidos, rachados calcanhares sobre os quais se sentam?
        Nenhum talher. Não é a munheca um talher completo – colher, garfo e faca a um tempo?
        Seus remotos avós não gozaram maiores comodidades. Seus netos não meterão quarta perna ao banco. Para quê? Vive-se bem sem isso.
        Se pelotas de barro caem, abrindo seteiras na parede, Jeca não se move a repô-las. Ficam pelo resto da vida os buracos abertos, a entremostrarem nesgas de céu.
        Quando a palha do teto, apodrecida, greta em fendas por onde pinga a chuva, Jeca, em vez de remendar a tortura, limita-se, cada vez que chove, a aparar numa gamelinha a água gotejante...
        Remendo... Para quê? Se uma casa dura dez anos e faltam “apenas” nove para que ele abandone aquela? Esta filosofia economiza reparos.
      LOBATO, Monteiro. Urupês. São Paulo, Brasiliense, 1948. p. 245-6.
Fonte: Livro- Português – Série – Novo Ensino Médio – Vol. único. Ed. Ática – 2000- p. 335-7.

Entendendo o texto:

1 – De acordo com o texto, qual o significado das palavras que estão em negrito no texto. Pesquise na Internet:

2 – O que podemos concluir ao compararmos a personagem de Monteiro Lobato com o índio Peri, de José de Alencar, e os bravos e orgulhosos caboclos dos romances regionalistas do mesmo período?

3 – Em Jeca Tatu, Monteiro Lobato investe contra a idealização do caboclo, apontando algumas das suas características negativas. Qual delas é a mais criticada no texto?

4 – Jeca mercador, Jeca lavrador, Jeca filósofo...” Este parágrafo refere-se ao Jeca de Monteiro Lobato ou aos caboclos dos romances românticos?

5 – Você crê que Monteiro Lobato queria chamar a atenção para uma realidade que deveria ser invertida ou pretendeu apenas ridicularizar o caboclo? Por quê?

Ampliando o texto

Pobre Jeca Tatu! Com és bonito no romance e feio na realidade!

Em Urupês (1918), Monteiro Lobato cria a figura do Jeca Tatu, o caipira atrasado e indolente. Mais tarde, Lobato se conscientizaria de que o tipo era uma consequência de problemas socioeconômicos e da ausência de reformas que dessem ao homem do campo condições de desenvolvimento.

Segundo você, que reformas e ações governamentais podem contribuir para a melhoria das condições de vida do homem do campo?


Estratégias de controle da devolução da atividade


Alunos encaminhem as anotações da aula via whats até o 13/04/2020 (segunda-feira)

Texto: Amor moderno dispensa idealizações ( 2º EM "C")




Texto: AMOR MODERNO DISPENSA IDEALIZAÇÕES

        O amor romântico não vive só nas telas de cinema. A publicidade também prega o resgate do romantismo. A atmosfera da lareira com vinho, namorados se beijando na chuva, e até mesmo a paquera por telefone ditam o comportamento neorromântico e ajudam a vender produtos.
        De acordo com o diretor de marketing da agência de propaganda DPZ, Marcelo Machado, a publicidade adapta o conceito de romantismo à modernidade. Para que uma ideia seja aceita pelo público, é necessário que a situação seja pertinente ao seu estilo de vida.
        Machado explica que, se a mídia ignorar esse aspecto, vai facilmente despencar para o brega. "Impossível conceber, por exemplo, um comercial onde duas pessoas, de poder aquisitivo alto e residente em uma metrópole, ficam em casa escrevendo cartas de amor." Na sua opinião, a dose exata de romantismo é aquela que melhor corresponde à modernidade: de forma objetiva, sem cenários idealizados.
                                       DAUCH, Karin. O Estado de São Paulo, 15/05/96.
     Fonte: Livro- Português – Série – Novo Ensino Médio – Vol. único. Ed. Ática – 2000- p. 200-202

Entendendo a crônica:

1 – De acordo com o texto, qual o significado da palavra “pertinente”?

2 – O título da reportagem sugere que existem duas formas de amor. Quais são elas?

3 – No primeiro parágrafo, a jornalista fala em comportamento neorromântico. A ideia de um novo conceito de romantismo é repetida por Marcelo Machado através de que afirmação?

4 – Qual a preocupação do diretor da agência de propaganda ao explorar o sentimento romântico dos consumidores? O que ele procura fazer para atingir o seu objetivo?

5 – Sempre houve temperamento e sensibilidade romântica. No século XIX, chegou-se até mesmo a caracterizar um estilo de época: o Romantismo. De acordo com o texto, que características fundamentais servem para contrapor o romantismo moderno ao romantismo do século XIX?

Ampliando o texto:


Machado explica que, se a mídia ignorar esse aspecto, vai facilmente despencar para o brega.

A gíria brega significa cafona, deselegante, que é de mau gosto ou ridículo.
a)     Você concorda com essa ideia?

b)    Que atitudes e comportamentos podem ser considerados ridículos ou bregas no início de um namoro?

c)     O que algumas pessoas podem considerar brega, mas você não considera e gosta de que façam para você?



Intertextualidade

Lira

Se me queres a teus pés ajoelhado,
Ufano de me ver por ti rendido,
Ou já em mudas lágrimas banhado;
Volve, impiedosa,
Volve-me os olhos;
Basta uma vez!

Se me queres de rojo sobre a terra,
Beijando a fímbria dos vestidos teus,
Calando as queixas que meu peito encerra,
Dize-me, ingrata,
Dize-me: eu quero!
Basta uma vez!

Mas se antes folgas de me ouvir na lira
Louvor singelo dos amores meus,
Porque minha alma há tanto em vão suspira;
Dize-me, ó bela!
Dize-me: eu te amo!
Basta uma vez!

(Gonçalves Dias, “Lira”)

Fimbria: bainha, franja

1.     Que declarações contidas nesse poema romântico servem de contraste com as ideias encontradas no texto de Karin Dauch, “AMOR MODERNO DISPENSA IDEALIZAÇÕES”.

2.     Assinale a interpretação sugerida pelo seguinte trecho publicitário:

FOTOGRAFE OS BONS MOMENTOS AGORA, PORQUE DEPOIS VEM O CASAMENTO.

a)     O casamento não merece fotografias.
b)    A felicidade após o casamento dispensa fotografias.
c)     Os compromissos assumidos no casamento limitam os momentos dignos de fotografia.
d)    O casamento é uma segunda etapa da vida que também deve ser registrada.
e)     O casamento é uma cerimônia que exige fotografias exclusivas.



Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem a atividade via whats até o dia 13/04/2020 (segunda-feira)

Trovadorismo

Vamos assistir aos vídeos sobre o Trovadorismo e fazer as anotações da aula.





Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem as anotações da aula via whats até o 13/04/2020 (segunda-feira).

Termos essenciais da oração – o sujeito e o predicado (9º ano B)


Para retomar os conceitos já estudados na série anterior, vamos assistir ao vídeo e fazer as anotações importantes sobre o conteúdo.



Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem as anotações da aula via whats até o dia 13/04/2020 (segunda-feira)

ATIVIDADE DE PESQUISA - 2º EME

  ATENÇÃO ESTUDANTES DO GRUPO I Atividade de pesquisa Fazer uma pesquisa literária sobre o  Romantismo - Contexto histórico; - Carac...