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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

ATIVIDADE DE PESQUISA - 2º EME

 ATENÇÃO ESTUDANTES DO GRUPO I

Atividade de pesquisa

Fazer uma pesquisa literária sobre o Romantismo

- Contexto histórico;

- Características

- Principais autores e obras

 

Sugestão de links para pesquisar:

https://brasilescola.uol.com.br/literatura/romantismo.htm

https://www.todamateria.com.br/romantismo-caracteristicas-e-contexto-historico/

https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/romantismo.htm

 

Registrar a pesquisa no caderno.

domingo, 25 de julho de 2021

APC 2 Julho– Leitura e interpretação - Variação Linguística: Música Meninos e Meninas - 2°EME

 


APC 2 – Leitura e interpretação

Música: Meninos e Meninas - Legião Urbana

 

Quero me encontrar, mas não sei onde estou

Vem comigo procurar algum lugar mais calmo

Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita

Tenho quase certeza que eu não sou daqui

 

Acho que gosto de São Paulo e gosto de São João

Gosto de São Francisco e São Sebastião

E eu gosto de meninos e meninas

 

Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre

Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente

Estou cansado de bater e ninguém abrir

Você me deixou sentindo tanto frio

Não sei mais o que dizer

 

Te fiz comida, velei teu sono

Fui teu amigo, te levei comigo

E me diz: pra mim o que é que ficou?

 

 

Me deixa ver como viver é bom

Não é a vida como está, e sim as coisas como são

Você não quis tentar me ajudar

Então, a culpa é de quem? A culpa é de quem?

 

Eu canto em português errado

Acho que o imperfeito não participa do passado

Troco as pessoas, troco os pronomes

 

Preciso de oxigênio, preciso ter amigos

Preciso ter dinheiro, preciso de carinho

Acho que te amava, agora acho que te odeio

São tudo pequenas coisas e tudo deve passar

 

Acho que gosto de São Paulo e gosto de São João

Gosto de São Francisco e São Sebastião

E eu gosto de meninos e meninas.

 

 Composição: Dado Villa-Lobos / Marcelo Bonfá / Renato Russo.

 

Entendendo a canção:

1 – Nessa letra, Renato Russo expressa os conflitos pessoais que ele e muitos vivem em determinadas fases da vida. Comente.

 

2 – No verso “Acho que o imperfeito não participa do passado”, o autor usa um sentido polissêmico de ideias. Explique as possíveis interpretações para esses versos.

 

3 – Apesar de toda problemática, como o autor encara a vida?

   

4 – Que significa o verso “Gosto de menino e meninas”.

     

5 – Em alguns versos, o autor demonstra decepção com a pessoa a quem ele se dirige. Retire esses versos do texto. Comente.

 

6 – O que o poeta quer dizer nos versos:

       “Preciso de oxigênio, preciso ter amigos

        Preciso ter dinheiro, preciso de carinho.”

segunda-feira, 19 de julho de 2021

APC 1 Julho – Gêneros e Tipos Textuais 2º EME

 


Assista ao vídeo e faça um resumo do conteúdo, em seguida resolva os exercícios propostos.

APC 1 – Gêneros e Tipos Textuais

Leia o texto abaixo para responder às questões que seguem:


1. Esse texto foi escrito para

A) dar uma informação.

B) divulgar um evento.

C) esclarecer uma dúvida.

D) fazer um agradecimento.

 

2. Nesse texto, o trecho que indica ideia de tempo é:

A) “... não havia conseguido muito resultado...”.

B) “... eu tento ganhar dinheiro com a internet,...”.

C) “... mudei muita coisa em meu site.”.

D) “... meus ganhos dobraram já no dia seguinte.”.

 

3. No trecho “Olha, preciso dizer que eu me surpreendi!”, o ponto de exclamação indica

A) agitação.

B) empolgação.

C) raiva.

D) susto.

 

4. O trecho que apresenta uma opinião é:

A) “... há alguns dias eu me inscrevi no seu curso.”.

B) “... ainda não havia conseguido muito resultado.”.

C) “... segui as dicas de posicionamento e otimização [...] e meus ganhos dobraram...”.

D) “... suas dicas são simples de fazer mas os resultados são surpreendentes.”.

 

5. De acordo com esse texto, o aumento de cliques nos anúncios do site trouxe como consequência

A) o dobro dos ganhos.

B) o aumento do tráfego.

C) a mudança no estilo de vida.

D) a otimização dos anúncios.

 

6. Esse texto é

A) um bilhete.

B) um diário.

C) um e-mail.

D) um torpedo.

 

7. Em relação às dicas recebidas de Jonathan, Ricardo mostra-se

A) ansioso.

B) desapontado.

C) impressionado.

D) pessimista.


Retorno às aulas

 


Olá Estudante!

Hoje voltamos às atividades remotas, e no dia 02 de agosto retornaremos às aulas presenciais.

Mesmo que seus planos não tenham corrido conforme o planejado, foram da forma que o Senhor planejou. Enfrentamos dias difíceis, com altos e baixos, que nos ensinaram muito e mostraram com o que realmente devemos nos importar.

Aprendemos a ter mais paciência e sabedoria, como também que a vida nem sempre vai colaborar conosco, nos dando algumas rasteiras, e que nosso corpo tem que ser mais sólido que um diamante, mas o coração deve ser bom para fluir somente amor.

Que o Senhor abençoe os dias que virão!

Bom retorno!

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Projeto “Valorizando a Terceira Idade”


Olá Estudante!

No mês de junho desenvolveremos o Projeto “Valorizando a Terceira Idade”.

O Projeto Transdisciplinar “Valorizando a Terceira Idade” que tem como objetivos de fomentar o respeito e a valorização ao idoso e simplificar as atividades pedagógicas das disciplinas envolvidas – Educação Física, Filosofia, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Sociologia e Projeto de Vida.

Portando nesse mês vocês receberão apenas um caderno com atividades das referidas disciplinas e que deverá ser devolvido até o dia 23/06/2021 (quarta-feira).

O caderno será postado no Google Classroom e no Whatsapp, a partir do dia 02/06, e está estruturado em cinco atividades temáticas, relacionadas a qualidade de vida, educação ao longo da vida e mundo do trabalho, direitos do idoso e o lazer na terceira idade.

As atividades serão equivalentes e avaliadas pelas disciplinas envolvidas – Educação Física, Filosofia, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Sociologia e Projeto de Vida.

As dúvidas poderão ser sanadas pelos professores envolvidos no projeto.

Bom estudo!

domingo, 23 de maio de 2021

APC 4 Maio – Resenha Literária – romance “A Moreninha” (2º EME)

 Assista aos vídeos no link abaixo.

1. https://rosangelaproens.blogspot.com/2020/05/a-moreninha-literatura-2-emc.html

2. https://rosangelaproens.blogspot.com/2020/05/a-moreninha-capitulo-i-e-iii.html

Agora resolva os exercícios abaixo:

Resenha: A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo – Por Paula Ramos

 Será que um boêmio se apaixonaria realmente por uma menina travessa de apenas 14 anos?

 A Moreninha é romance considerado clássico pelo tempo em que foi publicado – 1844. É considerado o primeiro romance tipicamente brasileiro, trazendo uma inovação para o Brasil, criada por Joaquim Manoel de Macedo.

 O universitário Filipe convidou os seus amigos Augusto, Leopoldo e Fabrício para passarem o feriado de Sant’Ana na casa da sua avó, Ana, que mora em uma ilha. Todos aceitaram na mesma hora. Entre muitas conversas, Augusto, o mais boêmio dos amigos, dizia que não era capaz de se apaixonar por ninguém. Então Filipe fez um acordo com seu amigo que constava que se Augusto se apaixonasse neste feriado iria escrever um livro relatando por quem se apaixonou. Caso contrário, Filipe escreveria o livro discorrendo das aventuras de Augusto na ilha.

 Ao chegarem na ilha, Augusto foi apresentado a dona Ana e a irmã mais nova de Filipe, Carolina de 14 anos – menina travessa, morena dos cabelos encaracolados. Depois desse encontro, a vida de Augusto e de Carolina iria mudar.

 Para mim, a moreninha é o melhor clássico de todo o mundo pelo simples fato de realçar a questão do preconceito. Não aquela racial ou social, mas aquele em que você conhece a pessoa e a julga sem saber realmente como ela é de verdade. Augusto julga a Carolina e é perceptível a mudança de seus julgamentos a partir de uma conversa com Leopoldo, onde seu amigo pergunta sobre o que ele acha da Carolina.

 Há um grande mistério na ilha. Algo mágico nela e uma mistério por trás disso, o que torna a história mais interessante. Um fator que deve ser mencionado é o amor platônico que fez um dos personagens ficar doente por querer ficar trancado no quarto e não comer.

 Por ser escrito há tantos anos, o livro conta com a presença de um vocabulário bem diferente do nosso atual. Isto faz com que os leitores curiosos, como eu, pesquisem seus significados e ampliem seu conhecimento. Admiro também que esta obra não tem um vilão, a não ser a própria personalidade de Augusto, que não quer deixar de lado a vida boêmia e, consequentemente, se apaixone, deixando o romance dele e de Carolina mais difícil.


Análise de "A Moreninha" de Joaquim Manoel de Macedo

 “A Moreninha”, de Joaquim Manoel de Macedo, foi considerado o primeiro romance do Romantismo brasileiro, garantindo a Macedo o pioneirismo de fato nesse gênero literário. O título do livro foi dado pelo próprio protagonista da história, o personagem Augusto, em homenagem a D. Carolina. Durante toda a história, evidenciam-se os traços da protagonista, principalmente a cor do rosto: pele morena. Por isso, as pessoas mais íntimas chamavam-na de Moreninha. O sucesso de “A Moreninha” está vinculado à capacidade do autor de amarrar o leitor na atmosfera de romance, aguçando a curiosidade do leitor com pequenos enigmas, simples conflitos e uma leitura fácil e agradável. Tais características se organizam numa narrativa fixada entre a lenda e o romance para formar uma obra de gosto popular.

 Leia a seguir um trecho da obra e depois responda às questões propostas.

 A Moreninha Joaquim Manuel de Macedo

 D. Carolina passou uma noite cheia de pena e de cuidados, porém já menos ciumenta e despeitada; a boa avó livrou-a desses tormentos. Na hora do chá, fazendo com habilidade e destreza cair a conversação sobre o estudante amado, dizendo: - Aquele interessante moço, Carolina, parece pagar-nos bem a amizade que lhe temos, não entendes assim?... - Minha avó...eu não sei. - Dize sempre, pensarás acaso de maneira diversa?... A menina hesitou um instante e depois respondeu: - Se ele pagasse bem, teria vindo domingo. - Eis uma injustiça, Carolina. Desde sábado à noite que Augusto está na cama, prostrado por uma enfermidade cruel. - Doente?! Exclamou a linda Moreninha, extremamente comovida. Doente?...em perigo?... - Graças a Deus, há dois dias ficou livre dele; hoje já pôde chegar à janela, assim me mandou dizer Filipe. - Oh! Pobre moço!... se não fosse isso, teria vindo ver-nos!... E, pois, todos os antigos sentimentos de ciúme e temor da inconstância do amante se trocaram por ansiosas inquietações a respeito de sua moléstia. No dia seguinte, ao amanhecer, a amorosa menina despertou, e buscando o toucador, há uma semana esquecido, dividiu seus cabelos nas duas costumadas belas tranças, que tanto gostava de fazer ondear pelas espáduas, vestiu o estimado vestido branco e correu para o rochedo. - Eu me alinhei, pensava ela, porque enfim... hoje é domingo e talvez... como ontem já pôde chegar à janela, talvez consiga com algum esforço vir ver-me.

E quando o sol começou a refletir seus raios sobre o liso espelho do mar, ela principiou também a cantar sua balada: “Eu tenho quinze anos E sou morena e linda”. Mas, como por encantamento, no instante mesmo em que ela dizia no seu canto: “Lá vem sua piroga Cortando leve os mares” Um lindo batelão apareceu ao longe, voando com asa intumescida para a ilha. Com força e comoção desusadas bateu o coração de d. Carolina, que calou-se para empregar no batel que vinha atentas vistas, cheias de amor e de esperanças. Ah! Era o batel suspirado. Quando o ligeiro barquinho se aproximou suficientemente, a bela Moreninha distinguiu dentro dele Augusto; sentado junto a um respeitável ancião, a quem não pôde conhecer (...). (...) Augusto, com efeito, saltava nesse momento fora do batel, e depois deu a mão a seu pai para ajudá-lo a desembarcar; d. Carolina, que ainda não mostrava dar fé deles, prosseguiu seu canto até que quando dizia: “Quando há de ele correr Somente para me ver...” Sentiu que Augusto corria para ela. Prazer imenso inundava a alma da menina, para que possa ser descrito; como todos preveem, a balada foi nessa estrofe interrompida e d. Carolina, aceitando o braço do estudante, desceu do rochedo e foi cumprimentar o pai dele. Ambos os amantes compreenderam o que queria dizer a palidez de seus semblantes e os vestígios de um padecer de oito dias, guardaram silêncio e não tiveram uma palavra para pronunciar; tiveram só olhares para trocar e suspiros a verter. E para que mais?

 

01. D. Carolina estava atormentada pelo ciúme e despeito devido

a) as conversas que ela tinha com a avó.

b) ao não comparecimento de Augusto a sua casa.

c) as informações que Filipe deu sobre Augusto.

d) ao bom conceito que a avó tinha de Augusto.

 

02.A conversa entre D. Carolina e sua avó sobre o estudante amado pela jovem foi

a) esclarecedora

b) desmotivante

c) entediante

d) animadora

 

03. O ciúme e o despeito de D..Carolina foi substituído

a) pela esperança e serenidade diante das informações dadas pela avó.

b) pelo alívio e tranqüilidade por causa do recado de Filipe.

c) pelas ansiosas inquietações a respeito da doença de Augusto.

d) pela culpa de ter julgado mal seu amado.

 

 04. A menina voltou a arrumar-se pois

a) queria ir visitar o amado.

b) tinha esperança de ser visitada pelo amado.

c) recuperou-se do ciúme e do despeito.

d) foi aconselhada pela avó a cuidar-se.


05. “Com força e comoção desusadas bateu o coração de d. Carolina...”, o termo em destaque significa

a) enormes

b) constantes

c) incomuns

d) reais

 

06. O reencontro de d. Carolina e Augusto foi

a) cheio de declarações de amor.

b) cheio de questionamentos.

c) marcado pela indiferença e dúvidas.

d) marcado pela troca de olhares e suspiros.

 

07) No fragmento: “o amor é um menino doidinho e malcriado que , quando alguém intenta refreá-lo , chora, esperneia, escabuja”, e no outro “... amor é um anzol que ,quando se engole, agadanha-se logo no coração da gente...” temos uma figura de linguagem chamada :

a) metonímia

b) personificação

c) metáfora

d) antítese

 

08) Leia e responda: “[...] porém não posso mais esconder estes sentimentos que eu penso que são segredos e que todo mundo mos lê nos olhos!” Com qual dos provérbios seguintes essa fala de Augusto se relaciona:

a) Longe dos olhos, longe do coração.

b) O que os olhos não veem o coração não sente.

c) Os olhos são a janela da alma.

d) Em terra de cego quem tem um olho é rei.

 

09 . Com base na leitura e análise do livro A Moreninha, classifique as afirmações seguintes de verdadeiras ou falsas:

 

1. (   ) O sucesso de A Moreninha está vinculado à capacidade do autor de imergir o leitor na atmosfera de lenda e de sonho, onde o tempo, o sofrimento e o trabalho parecem não existir.

2. (   ) A divisão tradicional do livro, composto de heróis e vilões, é um dos aspectos que o vinculam ao Romantismo.

3. (   ) Dois personagens do livro quebram a harmonia social da história: o alemão Keblerc, que se embriaga e leva à embriaguez a ama-de-leite de Carolina, e a senhora D. Violante.

4. (   ) O romance é narrado em primeira pessoa, pelo próprio Augusto.

domingo, 16 de maio de 2021

APC 3 Maio - Redação: Gênero Resenha (2ºEME)

 

Assista ao vídeo e faça as anotações da aula no caderno. Em seguida, leia o conteúdo no link abaixo.

https://www.portugues.com.br/redacao/resenha.html

Agora, resolva a atividade.

Leia a resenha e responda às questões propostas:

Contos de Tolstói para crianças estão reunidos em livro

 Bruno Molinero – de São Paulo

            Um rato vivia embaixo de um celeiro e se alimentava de restos de comida que caíam por um buraquinho no chão. Certo dia, ele decidiu aumentar o tamanho do furo. Um camponês, porém, percebeu o grande buraco e decidiu tapá-lo.

Essa é uma das histórias que o escritor russo Liev Tolstói (1828-1910) contava para crianças que estudavam na escola que ele mantinha em sua propriedade. Os textos agora estão reunidos em "Contos da nova cartilha - segundo livro de leitura", que tem também um outro volume a ser lançado.

Mas o que a história do rato quer dizer? Que é ruim ter o olho maior que a barriga? Ou que é melhor não chamar a atenção? As histórias não trazem uma conclusão. Ao contrário: inundam a cabeça de dúvidas. É da troca de ideias que o escritor acreditava nascer a educação.

E tudo isso sem ser cansativo. Tolstói para as crianças é bem diferente do que os adultos estão acostumados: suas fábulas são curtinhas, ao contrário de seus romances famosos, que podem ter mais de mil páginas.

Os alunos de uma escola da Rússia que o digam. Após lerem os contos, mais de cem anos depois de escritos, eles os ilustraram. São esses desenhos que dão cor às páginas do novo livro.

(Folha de S.Paulo. Folhinha.)

 1. Quem escreveu essa resenha e onde ela foi publicada?

 

 2. Que obra foi resenhada?

 

 3. Quem é o autor da obra resenhada?

 

 4. Na resenha de um livro, há informações sobre o autor da obra apresentada e sobre outras obras do mesmo autor. Na resenha em estudo, identifique:

 a) informações sobre o autor.

 

 b) informações sobre outras obras do autor.

 

 5. O resenhista faz avaliações positivas sobre a obra "Contos da nova cartilha - segundo livro de leitura"? Quais?

 

 6. Segundo o resenhista, o que essa obra tem de diferente que vale a pena o leitor conhecer? Por que o próprio Tolstói achava positiva essa característica de seus contos?



domingo, 9 de maio de 2021

APC 2 Maio – LITERATURA – Romantismo no Brasil (2º EME)

 Atividade semanal - de 10/05 à 14/05/2021


Assista ao vídeo aula e registre a aula no caderno.

Leia o link abaixo:

https://brasilescola.uol.com.br/literatura/romantismo-no-brasil.htm

Após a leitura, resolva os exercícios a seguir.

ROMANTISMO

 

Conheces o país onde florescem as laranjeiras?

Ardem na escura fronde os frutos de ouro...

Conhecê-lo? – Para lá, para lá, quisera eu ir.

Goethe (*)

POEMA: CANÇÃO DO EXÍLIO

 

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá;

As aves, que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.

 

Nosso Céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossas vidas mais amores.

 

Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

 

Minha terra tem primores,

Que tais não encontro eu cá;

Em cismar – sozinho, à noite –

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

 

Não permita Deus que eu morra

Sem que eu volte para lá;

Sem que desfrute os primores

Que não encontro por cá;

Sem qu’inda aviste as palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

(Gonçalves Dias)

 

(*) A epígrafe desse poema – traduzida por Manuel Bandeira – foi retirada da balada “Mignon”, do alemão Johann Wolfgang Von Goethe (1749 – 1832), um dos maiores representantes do Romantismo europeu.

 Coimbra, julho de 1843.

Cismar: pensar com insistência.

Primor: beleza, encanto.

Entendendo o texto

 1.       O poema se constrói com a oposição aqui (Coimbra, o lugar do exílio) e (o Brasil, a pátria distante). O que fica explícito nessa comparação?

 

 2.       O olhar do poeta ora se volta para os céus da pátria (estrelas), ora para o solo (flores). Que elemento pode ser considerado como intermediário entre esses dois modos de olhar?

 

3.       De que maneira o poeta expressa o seu sentimento nacionalista?

 

4.       Para o poeta, a pátria distante é plural, o que é expresso pela repetição do advérbio mais. Em que verso o poeta expressa que essa natureza plural acaba por contagiar a maneira de viver e de ser romântica?

 

5.       Transcreva, em seu caderno, os versos do poema que podem ilustrar os seguintes sentimentos:

 a)      Desilusão.


 b)      Encantamento.

 

6.       No poema, o eu lírico compara a terra natal com a terra onde está exilado. Que elementos são utilizados nessa comparação?

 a) Sociais.

b) Naturais.                       

c) Econômicos.

d) Políticos.

 

7. Use um livro didático ou a Internet para pesquisar sobre as características da poesia romântica. Registre no seu caderno.


domingo, 2 de maio de 2021

APC 1 Maio – SINTAXE – Frase, oração e período (2ºEME)

 APC 1 – SINTAXE – Frase, oração e período

Assista ao vídeo e escreva as anotações no caderno, depois resolva os exercícios propostos.



Embora muitas pessoas usem os termos frase, oração e período como sinônimos, eles apresentam conceitos distintos:

 Frase: enunciado linguístico que possui um sentido completo.

 Oração: enunciado que contém um verbo ou locução verbal e que pode não apresentar um sentido completo.

 Período: enunciado que contém uma ou mais orações de sentido completo.

 O que é frase?

 Frase é todo o enunciado linguístico que tem sentido completo e termina com uma pausa pontuada.

 Não é necessário haver verbo para a formação de uma frase quando o que foi enunciado tem sentido completo.

 Exemplos de frases:

Silêncio!

E agora, José?

Choveu.

Não sei o que dizer ...

As frases são marcadas por entonação que, na escrita, ocorrem com o recurso dos sinais de pontuação. Sem a pontuação, as palavras são apenas vocábulos soltos.

Tipos de frases

Frases declarativas: o emissor da mensagem constata algum fato de maneira afirmativa ou negativa.

Exemplos: O curso termina esse ano (afirmativa); O curso não termina esse ano negativa).

 Frases interrogativas: o emissor da mensagem interroga sobre algo direta ou indiretamente.

Exemplos: — Você quer comer? (pergunta direta); Gostaria de saber se você quer comer (pergunta indireta).

 Frases exclamativas: o emissor da mensagem manifesta emoção, surpresa.

Exemplos: Que lindo!; Puxa vida!

Frases imperativas: o emissor da mensagem emite uma ordem, conselho ou pedido, seja de maneira afirmativa ou negativa. Exemplos: Faça o almoço (afirmativa); Não faça o almoço (negativa).

Frases optativas: o emissor da mensagem expressa o desejo sobre algo.

Exemplo: Que Deus te acompanhe!; Muitas felicidades nessa nova fase.

O que é oração?

A oração é o enunciado que se organiza em torno de um verbo ou de uma locução verbal. Elas podem ou não ter sentido completo.

Exemplos de oração:

Acabamos, finalmente!

Levaram tudo.

É provável.

Estamos indo ...

Tipos de oração

Dependendo da relação sintática estabelecida, as orações são classificadas de duas maneiras:

Orações coordenadas: são orações independentes onde não existe relação sintática entre elas e, por isso, possuem um sentido completo.

Exemplo: Fomos para o Congresso e apresentamos o artigo. (Oração 1: Fomos ao Congresso; Oração 2: apresentamos o artigo.).

Orações subordinadas: são orações dependentes onde uma está subordinada à outra e, por isso, sozinhas não possuem um sentido completo.

Exemplo: É possível que Juliana não faça a prova. (Oração 1: É possível; Oração 2: que Juliana não faça a prova.).

https://www.todamateria.com.br/frase-oracao-e-periodo/


Exercícios

1. Leia os enunciados e coloque nos parênteses F para frase, O para oração e P para período.

(   ) É importante conferir a documentação antes de entregá-la.

(   ) Saída de emergência.

(   ) Deixe seu comentário sobre o site e ajude-nos a melhorá-lo.

(   ) Apague a luz.

(   ) As chuvas fortes e abundantes alagaram grande parte da cidade, especialmente a região central.

(   ) Parabéns por tudo.

(   ) Que comportamento agressivo!

(   ) Agora, por favor!

(   ) Como o morador não vivia mais naquele endereço, a encomenda  não foi entregue.

 

2. Examine o texto abaixo e faça o que se pede:

Certo dia, um cavalo torceu a perna e não andava. O dono falou com o veterinário que logo disse:

– Se ele amanhã não levantar, terá que sacrificá-lo!

O porco escutando, correu e foi avisar ao cavalo:

– Amigão! Levanta, véi, senão vão te matar.

O cavalo rapidamente levantou!

O dono, pela manhã, viu e ficou muito alegre e foi logo avisando a todos:

– Vamos matar o porco para comemorar. Êbaaaa!!!

(https://muitobacana.com/piadas-do-tiririca/)

a) Que lição podemos tirar desta história?

 

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_________________________________________________

 

b) Quantas orações há no período em destaque: "Certo dia, um cavalo torceu a perna e não andava. O dono falou com o veterinário que logo disse"?

 

________________________________________________

 

c) Quantas orações há no período: "O porco escutando, correu e foi avisar ao cavalo"?

 

_________________________________________________

 

d) O enunciado “Amigão!” pode ser classificado como frase, oração ou período?

 

_________________________________________________

 

e) Explique com suas palavras por que o enunciado “Se ele amanhã não levantar, terá que sacrificá-lo!” é um período:

 

_________________________________________________

 

3. Leia o texto e responda o que se pede:

Ela comeu meu coração

Trincou

Mordeu

Mastigou

Engoliu

Comeu

O meu

Ela comeu meu coração

Mascou

Moeu

Triturou

Deglutiu

Comeu

O meu

(...)

                                       (Caetano Veloso)

a) De que forma é estruturado esse texto?

 

_______________________________________________

b) Sobre o que trata o texto?

 

________________________________________________

c) As palavras que compõem o texto estão no seu sentido real ou em sentido figurado? Por quê?

 

_________________________________________________

 

_________________________________________________

 

d) Quantos e quais são os verbos que aparecem no texto?

 

_________________________________________________

 

e) Quantas orações há nesse texto?

 

_________________________________________________

 

4. Sobre o trecho, é CORRETO afirmar que:

 

"O tempo voa. Cabe a você ser o piloto!"

 

a) Trata-se de um período, mas não é uma frase.

b) A 1ª é uma oração e a 2ª um período.

c) Trata-se apenas de um período.

d) As palavras “voa”, “cabe”, “você” e “ser” são verbos, portanto indicam orações.

e) O ponto final une a 1ª oração ao período.

ATIVIDADE DE PESQUISA - 2º EME

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