terça-feira, 7 de abril de 2020

Introdução à Literatura (1º EM "C")

Vamos assistir ao vídeo e fazer as anotações importantes sobre o conteúdo.




Estratégias de controle da devolução da atividade

Alunos encaminhem as anotações da aula via whats até o dia 13/04/2020 (segunda-feira)

Texto: A menina dos fósforos

Leia o texto e depois responda as questões propostas.

A Menina dos Fósforos

Fazia um frio terrível, nevava e começava a escurecer. Era a última noite do ano, a noite de ano-bom. No frio e na escuridão, andava, pela rua, uma garotinha pobre, descalça, de cabeça descoberta. Ao sair de casa tinha chinelos nos pés. Mas os chinelos eram grandes demais, sua mãe os havia usado antes, e, de tão grandes que eram, a menina os perdera ao atravessar a rua correndo, no momento em que dois carros passavam a toda velocidade. Não conseguira encontrar um dos chinelos, e o outro, um rapaz levara, dizendo que o usaria como berço quando tivesse filhos.
Lá ia, pois, a menina, com os pezinhos nus, arroxeados de frio. Trazia num velho avental certa porção de fósforos e segurava um pacotinho deles na mão. O dia inteirinho ninguém lhe comprara um só palito de fósforo, ninguém lhe dera um níquel. Sofrendo frio e fome, a pobrezinha, andando pela rua, parecia apavorada. Os flocos de neve caíam-lhe sobre os longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos em torno da nuca – mas a menina estava longe de pensar em cabelos bonitos.
Todas as janelas estavam iluminadas, e chegava até a rua um aroma delicioso de ganso assado, pois era a noite de ano-novo. Nisso, sim, ela pensava.  Por fim ela encolheu-se num canto, entre duas casas: uma delas avançava mais sobre a rua que a outra. Sentou-se, encolheu as perninhas, mas continuava a sentir frio. Não tendo vendido um único fósforo, não possuindo um único níquel, não ousava ir para casa, onde o pai bateria nela. Além disso, também fazia frio na casa onde moravam — uma casa sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento sibilava, apesar de haverem tapado muitas delas com palha e trapos. Suas mãozinhas estavam enregeladas. Um pequenino fósforo lhes faria bem. Pudesse ela, com os dedos duros, puxar um fósforo do pacotinho, riscá-lo contra a parede e aquecer os dedos! Conseguiu-o, afinal; tirou um e riscou-o. Como o fósforo ardeu e crepitou! A chama clara e quente parecia uma velinha, quando a envolveu com a mão. Era uma luz estranha. A garotinha imaginou estar sentada em frente a uma grande lareira de ferro, com adornos e um tambor de latão polido. O fogo crepitava alegremente, e aquecia tanto... Que beleza! A pequena já ia estendendo os pés, para aquecê-los também... quando a chama se apagou e a lareira desapareceu. Ela estava sentada na rua, com um pedacinho de fósforo na mão.
Riscou novo fósforo, que ardeu, claro, brilhante. Onde o clarão incidiu, a parede tornou-se transparente como um véu. Ela viu então o interior de uma casa, onde estava posta uma mesa, com toalha muito alva e fina porcelana. O ganso assado fumegava, recheado de ameixas e maçãs, e, o que foi ainda mais extraordinário, de repente o ganso pulou da travessa e saiu cambaleando pela sala, com o garfo e a faca espetados nas costas. Veio vindo assim até ao pé da menina pobre. Aí o fósforo se apagou, e só se via a parede, grossa e fria.  Ela acendeu outro fósforo. Viu-se sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Era ainda maior e mais enfeitada que a árvore que ela vira através da porta envidraçada, na sala do rico negociante, no Natal passado. Milhares de velas ardiam nos ramos verdes, e figuras coloridas, como as que adornam as vitrinas das lojas, a fitavam. A pequena estendeu as mãos para o alto – mas nisto o fósforo se apagou. As velas de Natal foram subindo, cada vez mais, e ela viu que eram estrelas cintilantes. Uma delas caiu, traçando um longo risco de fogo no céu. Deve ter morrido alguém – disse a pequena.  A velha avó, única pessoa que lhe quisera bem, mas que já estava morta, costumava dizer: “Quando uma estrela cai, sobe aos céus uma alma.”  A menina tornou a riscar um fósforo contra a parede. No clarão produzido em volta, ela viu, radiante e iluminada, a velha avó, meiga e bondosa.
 Vovó! – gritou a pequena. – Leva-me contigo! Sei que não mais estarás aí quando o fósforo se apagar. Desaparecerás, como a boa lareira, o delicioso ganso assado e a grande, linda árvore de Natal!
 Riscou às pressas o resto dos fósforos que havia no pacotinho, para ter a avó ali a seu lado e retê-la. O clarão dos fósforos tornou-se mais intenso que a luz do dia. Nunca a avó fora tão grande e bela. Ergueu a menina nos braços e as duas voaram, felizes, para as alturas, onde não havia frio nem fome, nem apreensões, voaram para junto de Deus. Quando raiou a manhã, muito fria, encontraram, ali no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincar – lhe nos lábios.
Morrera de frio na última noite do ano velho. A aurora do ano-novo brilhava sobre o pequenino cadáver, que jazia com os fósforos nas mãos.  Um maço inteiro estava queimado.
– Ela quis aquecer-se – disseram.  Ninguém sabia que maravilhas ela vira, nem imaginava o esplendor que a cercara, com a  velha avó, nas alegrias do ano-novo.
Contos de Andersen. Trad. Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro:Paz e Terra, 2002.


Agora responda as questões que se referem ao texto.

1.     Quem é a personagem principal do texto?


2.     Descreva:

a.     Como estava o clima na rua onde a menina trabalhava?


b.     Como eram as vestes da menina?


c.      Faça a descrição física da menina.


3. Explique porque a menina parecia apavorada?

4.  Por que a menina não quis voltar para casa?

5. Faça a descrição da moradia da menina.

6. Sentindo muito e frio a menina começa a riscar os fósforos na tentativa de se aquecer. Descreva o que acontece a partir desse momento com ela?

7. Qual foi o desfecho da história.

8. Você acha que essa história só acontece nos livros ou pode acontecer na vida real? Comente.

9. Faça uma pesquisa na Internet sobre Hans Christian Andersen, o autor do conto. Fale sobre sua história de vida e quais foram as suas obras mais importantes.


Estratégias de controle da devolução da atividade


Alunos encaminhem a resolução das questões via whats até o dia 13/04/2020 (segunda-feira)

Filme "A vendedora de fósforos" (7º ano B)

Assista ao filme "A vendedora de fósforos", baseado nos contos de Andersen.


segunda-feira, 6 de abril de 2020

Texto - João e Maria (9º ano B)


Dizem que o primeiro amor a entrar no coração é o último a sair da lembrança. E o amor curtido na infância ou na adolescência, muitas vezes, de uma hora para outra, enfrenta um obstáculo e nos deixa perdido.



TEXTO: JOÃO E MARIA (Chico Buarque e Sivuca)



Agora, ouça a música:




Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava o rock
Para as matinês
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigado a ser feliz
E você era a princesa que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Vem, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido
Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá desse quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim


Após ouvir a música e fazer a leitura do texto, vamos trabalhar o texto.



1.     A palavra cowboy, da língua inglesa, é formada pela junção de duas palavras.


a)    Quais são essas palavras e o que significam?

b)   Qual é o significado de cowboy?


2.    O título da música “João e Maria” nos lembra de alguma história? Em caso afirmativo, qual?


3.    O texto está escrito em que pessoa do discurso? Quais são as palavras que indicam essa pessoa?


4.    Cavalo falando inglês e cowboy são expressões que nos permitem relacionar o “herói” do texto com que outro tipo de herói?


5.    Os alemães e seus canhões nos permitem relacionar o “herói” do texto com que outro tipo de herói?


6.    Qual a arma utilizada pelo “herói” para enfrentar os canhões dos alemães?


7.    Qual a palavra que indica a passagem de tempo no texto?


8.    “Era uma noite que não tinha mais fim.” Esse verso nos passa uma sensação de alegria ou de tristeza? Por quê?


9.    Qual é a palavra que identifica o mundo de fantasias vivido pelo eu?


Estratégias de controle da devolução da Atividade


Alunos encaminhem a resolução das questões via whats até o dia 08/04/2020 (quarta-feira)

Correção da atividade da semana (9º ano B)


Atividade – tipos textuais do dia 31/03/2020

Respostas

1.     C / B / A / D / E

2.     C

3.     Prescrição

4.     Descrição

5.     Narração

6.     Dissertação



Atividade – Filme Zorro do dia 01/04/2020

O conto é estruturado como uma narrativa curta que envolve apenas um conflito, como no episódio de Zorro. Nessa perspectiva, o momento de maior tensão do gênero é chamado de clímax. Embora não seja uma regra, é comum que o conto apresente: poucos personagens; espaço ou cenário limitado; recorte temporal reduzido.

Correção da atividade da semana (7º ano B)


Atividade – gênero textual conto do dia 31/03/2020

Respostas

1.     “Os dois papudos”: são alegres, gostam de festas e têm poderes mágicos; na mata; cumprem os desejos delas; quando há festa.

“O sapateiro e os duendes”: são trabalhadores alegres e têm poderes mágicos; escondidos em algum lugar desconhecido; colaboram com o trabalho; à noite, quando há trabalho a ser feito.

2.    a) quando deu meia-noite, apareceram dois anõezinhos nus que se sentaram na bancada do sapateiro.

b) Eles têm aparência humana, mas são muito pequenos e vivem nus, não estão adaptados à vida em sociedade.

3. a) No primeiro texto, a personagem é premiada pela sua alegria contagiante. No segundo, pela dedicação no trabalho.

    b) Seu pedido não é atendido, ou seja, a personagem não fica rica e ainda tem seu papo duplicado.

   c) Resposta pessoal

4. O texto “Os dois papudos” apresenta uma linguagem mais coloquial. Exemplo: “Um anãozinho agarrou o papo com as duas mãos, subiu pelo peito do papudo, firmou bem os pés, deu um arrancão”.

Correção da atividade da semana (3º EM “A” e “B”)


Atividade – sujeito e predicado / dia 30/03/2020 (3º EM “A” e “B”)

1.       a) sujeito: uma boa ideia
 predicado: é sempre bem-vinda

b) sujeito simples

c)      Boas ideias são sempre bem-vindas.

2. a) Sujeito: uma boa ideia e uma boa ação
        Predicado: são sempre bem-vindas
    b) sujeito composto
    c) Boas ideias e boas ações são sempre bem-vindas.

3. a) duas orações
    b) o operário – sujeito da primeira oração;
        a coisa – sujeito da segunda oração
c)       operário; coisa

4. a) Palavra substantivada
     b) nome (substantivo)
     c) numeral
     d) pronome relativo
     e) pronome indefinido
     f) oração
     g) pronome interrogativo
     h) pronome demonstrativo
     i) pronome pessoal
     j) grupo nominal
    k) palavra substantivada

5. a) SO;   /  b) SS;   /  c) OS;   /  d) I;   /  e) I;   /  f) SS;   /  g) SC;  /   h) SS;  /   i) SS;  /   j) OS.

6. a) sujeito simples: os homens
   Predicado verbal: constroem mundos cheios de contrastes
b) Oração sem sujeito / sujeito inexistente
Predicado verbal: Há grandes contrastes em nosso mundo?
c) Sujeito simples: surpresas agradáveis
Predicado verbal: acontecem
d) Oração sem sujeito/sujeito inexistente
Predicado verbal: Anoiteceu lentamente.

7. a) constroem
b) há
c) aconteceram
d) anoitece

8. a) constroem : ação
b) há : existência
c) aconteceram : acontecimento
d) anoiteceu : fenômeno

9. a) sujeito simples: um bicho só
Predicado nominal: é só um bicho
b) Vários bichos sós são só vários bichos.
c) Não. A concordância e a classe gramatical do primeiro (adjetivo variável modificando o substantivo) e do segundo só (advérbio invariável modificando o verbo).
Um bicho sozinho (solitário) é apenas (exclusivamente) um bicho.

Texto: No caminho, com Maiakósvki

1.       Eu: é a pessoa que fala; confunde-se com o próprio poeta, que é um leitor de Maiakósvki.
Tu: é o poeta Maiakósvski.
Eles: são os que roubam, matam, oprimem.

2.       Eles: sujeito simples determinado.

3.       Eles: sujeito simples, elíptico ou oculto, determinado ( o sujeito já é citado anteriormente)


4.       Gramaticalmente o sujeito é determinado.  No contexto do poema, eles são os opressores, e deles sabemos apenas algumas ações que praticam.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Zorro - O Sabujo da Serra (9º ano B)


Assistam a mais este episódio de Zorro.

Depois de assistir, responda:

Quais elementos do filme / episódio que o caracteriza como um conto?



Estratégias de controle da devolução da Atividade Pedagógica Complementar:

As atividades deverão ser encaminhadas para o  wattsapp da professora até segunda-feira 06/04/2020.

Atividade – sujeito e predicado (3º EM “A” e “B”)


1.       Leia a oração abaixo e responda:

Uma boa ideia é sempre bem-vinda.

a)      Aponte o sujeito e o predicado da oração acima.

b)      Classifique o sujeito.

c)       Reescreva a oração passando a palavra ideia para o plural.

2.       Leia a oração abaixo e responda:

Uma boa ideia e uma boa ação são sempre bem-vindas.

a)      Aponte o sujeito e o predicado da oração acima.

b)      Classifique o sujeito.

c)       Reescreva a oração passando as palavras ideia e ação para o plural.

3.       Leia os versos de Vinicius de Moraes e responda:

“... o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.”

a)      Quantas orações temos?

b)      Aponte o sujeito de cada oração.

c)       Aponte o núcleo de cada sujeito.


4.       O sujeito pode ser representado por:

1.       Nome ou grupo (expressão nominal);
2.       Pronome pessoal;
3.       Pronome relativo, interrogativo, demonstrativo ou indefinido;
4.       Numeral;
5.       Palavra ou expressão substantivada;
6.       Oração.

Identifique nas orações seguintes as categorias que estão desempenhando a função de sujeito.

a)      O barato sai caro.

b)      O carro retornou com defeito.

c)       Os três estavam de acordo.

d)      Recolhi o livro que caiu na estante.

e)      Ninguém sabe onde estamos.

f)      É preciso que surjam novos jogadores.

g)       Quem sabe onde estamos?

h)      Estes são os melhores.

i)      Eu não disse isso.

j)       Apareceu uma cadeira quebrada.

k)      Vender será a pior hipótese.


1.       Classifique o sujeito conforme o código abaixo:

(SS) Sujeito Simples

(SC) Sujeito Composto

(SO) Sujeito Oculto/ elíptico / desinencial

(I) Sujeito Indeterminado

(OS) Sujeito Inexistente / Oração sem sujeito


a) (  ) Em dezembro, ainda durante as férias, iniciei as atividades na empresa.
b) (  ) Foram contratados dois novos funcionários.
c) (  ) Poderia haver outros interessados.
d) (  ) Aqui se depende de cargos públicos.
e) (  ) Encontraram gente nova por aqui.
f) (  ) Anos depois, ele morreria…
g) (  ) Entraram no saguão os jogadores e o técnico.
h) (  ) O lugar oferecia-lhe tudo.
i) (  ) Fui eu a causa do conflito.
j) (  ) Fazia muito calor no sertão.

As questões de 6 a 8 referem-se às orações abaixo:

a)      Os homens constroem mundos cheios de contrastes.
b)      Há grandes contrastes em nosso mundo?
c)       Acontecem surpresas agradáveis.
d)      Anoiteceu lentamente.

6.       Aponte o sujeito e o predicado das orações e classifique-os.

7.       Aponte o núcleo significativo de cada predicado.

8.       Os verbos que aparecem nos predicados verbais exprimem ação, acontecimento, existência ou fenômeno natural. Indique nas orações analisadas, o que exprime cada um dos verbos.


9.       “Um bicho só é só um bicho”. (Chico Buarque)

a)      Aponte o sujeito e o predicado da oração acima. Classifique-os.

b)      Reescreva a oração substituindo as palavras um por vários.

c)       Na oração aparece duas vezes a palavra só. Nos dois casos, o significado é o mesmo? Reescreva a oração substituindo-a por sinônimos.

10.   Leia este anúncio do Globo Ciência:

NATUREZA

As larvas podem viver dez anos antes de se tornarem adultas.

a)      Quantas orações formam esse período?

b)      Aponte os núcleos dos predicados.

c)       Aponte o sujeito de cada oração.

d)      Classifique os predicados.

e)      Qual a concordância estabelecida pelo termo adultas?


Leia o texto abaixo e responda  às perguntas propostas.


No caminho, com Maiakósvki

(fragmento)

Assim como a criança
humildemente afaga
a imagem do herói,
assim me aproximo de ti, Maiakósvki.
Não importa o que me possa acontecer
por andar ombro a ombro
com um poeta soviético.
Lendo teus versos,
aprendi a ter coragem.

Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho e nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
(Eduardo Alves Costa)

1.       O texto apresenta, claramente, as três pessoas do discurso. Identifique, no poema, a primeira, a segunda e a terceira pessoa.

2.       “Na primeira noite eles se aproximavam”. Identifique e classifique o sujeito e o predicado dessa oração.


3.       “Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão.”
Identifique e classifique o sujeito dos verbos destacados.


4.       “... eles se aproximam e roubam uma flor”
É possível determinar, com detalhes, os praticantes das ações?



Estratégias de controle da devolução da Atividade

Alunos encaminhem a resolução das questões via whattsapp ou em documento anexo pelo e-mail: rosangelaprof19@gmail.com até o dia 02/04/2020.

ATIVIDADE DE PESQUISA - 2º EME

  ATENÇÃO ESTUDANTES DO GRUPO I Atividade de pesquisa Fazer uma pesquisa literária sobre o  Romantismo - Contexto histórico; - Carac...